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mosaicos romanos
Como afirma Hermann Kern, a representação
do labirinto feita em mosaicos é exclusiva da civilização
romana. E, sem dúvida, para os romanos o design do labirinto, segundo
W.H. Matthews, tornara-se um motivo favorito - nas belas execuções
levadas a cabo nas obras musivárias.
Estima-se que, desde o séc. II a.C. até à altura
da queda do Império Romano do Ocidente em 476 d.C., este motivo
tenha sido representado várias centenas de vezes, da Europa à
África do Norte.
Embora o labirinto típico dos romanos seja uma criação
original, podem contudo ver-se algumas (poucas) representações
do design clássico (também chamado cretense). É
o caso de dois exemplares existentes em Conímbriga: o primeiro,
de forma quadrangular e o segundo de forma circular. (Para ver os examplares
aqui enunciados, consultar "Base Mundial"). Os outros dois exemplos
que são conhecidos deste tipo da época do Império
Romano encontram-se em Nîmes, França, e em Salinas de Rosio,
Burgos, Espanha. Este dois últimos exemplares são ambos
quadrangulares e o primeiro possui um design modificado daquilo
a que se convencionou chamar o tipo clássico, ou cretense.
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